Semana passada o time holândes VVV-Venlo fez um contrato simbólico com um bebê de 1 ano e meio. O pequeno Baerke não irá defender o VVV na "liga mirim": a contratação foi um golpe publicitário para atrair atenção ao clube, que está ameaçado de rebaixamento.

Essa história teve repercussão mundial, com divulgação na ESPN, BBC, The Washington Post etc.

Se Baerke realmente começasse a treinar pelo clube haveria muitas críticas. Mas qual a diferença de Baerke para uma apresentadora mirim?

Acho preocupante a precocidade em que bebês e crianças são inseridos em ambiente que usam de sua inocência e espontaneidade para a divulgação e venda de produtos e marcas.

Os responsáveis são os pais, que querem o melhor para seus filhos. O problema é que muitas vezes mesmo os adultos têm uma visão deturpada ou pouco crítica.

Complicado resolver a adultização da infância com a crescente infantilização do adulto.

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  1. Ana Cláudia
    Ana Cláudia em Sexta-feira 13 Maio 2011 17:48
    Gente, essa história já foi desmentida. Foi só uma jogada de marketing do time, já que o pai do menininho é ex-jogador do time.

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